como vender roupas online

Como vender roupas pela internet: passo a passo para montar sua loja online

Se você quer aprender como vender roupas pela internet, este guia é para você.

Seja com algumas horas de trabalho em uma atividade secundária ou como uma nova profissão na qual você pretende mergulhar de cabeça, é possível ter sucesso.

Muita gente já está fazendo isso.

Como qualquer outro empreendimento, porém, é preciso dedicação e atenção a uma série de detalhes.

Vamos começar com um panorama geral para que você possa projetar como encaixar o seu negócio de vender roupas pela internet. 

Depois, vamos ver na prática como tirá-lo do papel — começando do zero.

Preparado?

Siga a leitura.

Oportunidades para vender roupas pela internet

Em dúvida se vender roupas pela internet é o melhor caminho?

Muitos fatores indicam a viabilidade de um negócio como esse.

O mercado de compras online está em expansão, e o vestuário puxa a fila. 

Além disso, é uma ideia fácil de começar, que requer pouca estrutura inicial.

E você pode aliar alguma velha paixão focando o seu comércio de roupas e acessórios em alguma temática de sua preferência.

Confira, a seguir, as principais oportunidades na área:

Crescimento do e-commerce

Em um momento de recuperação tímida da economia no Brasil, o comércio eletrônico está em franca ascensão.

Dados do MasterCard Spending Pulse divulgados em setembro de 2019 mostraram que, em julho, o setor teve um crescimento de 12,5% em relação ao mesmo mês no ano anterior.

De acordo com os números, um dos setores que impulsionaram o aumento foi o de vestuário.

Os outros foram o de eletrônicos e o farmacêutico.

Segundo pesquisa da Ebit/Nielsen, o volume de pedidos pela internet aumentou 20% no primeiro semestre de 2019.

A expectativa financeira para o ano, apresentada em estudo anterior, é de crescimento de 15% em 2019, com um total de R$ 61,2 bilhões movimentados.

Um dado interessante é que, dos consumidores ouvidos pela Ebit/Nielsen no primeiro semestre de 2019, 5,3 milhões (18,1% do total) afirmaram ter feito sua primeira compra online no período.

Ou seja, ainda tem muita gente recém descobrindo (ou perdendo o medo) das compras online.

Ao todo, 29,7 milhões de brasileiros são consumidores de e-commerce, um número que não para de crescer.

Vendas de vestuário

Vender roupas pela internet pode ser um negócio muito lucrativo, empreendido por qualquer pessoa, com experiência ou não.

Segundo o relatório Webshoppers de 2018 da Ebit/Nielsen, o item moda e acessórios representou 14,8% dos pedidos de compras online no país.

Em alguns casos, o valor médio pode superar o de uma loja física.

Ou seja, as pessoas estão dispostas a comprar roupas pela internet, e as possibilidades de lucros são reais.

Por outro lado… 

A concorrência é gigantesca.

Mas vamos deixar os desafios para depois.

Facilidade de montar o seu negócio

A palavra de ordem no e-commerce é agilidade.

Você pode montar e operar a sua loja de casa ou de qualquer lugar, no horário em que quiser.

Não precisa considerar um pesado custo inicial com uma loja física, ponto fixo, contas.

Dependendo do modelo do negócio, não necessita sequer ter estoque.

Não são obrigatórios conhecimentos avançados sobre informática, pois plataformas como a Boxloja dão todo o caminho de forma descomplicada.

É claro que quem está entrando em um mundo novo terá bastante coisa para aprender, e quanto mais informado você for, melhor.

Como todo negócio, a venda de roupas pela internet tem uma série de peculiaridades, e falaremos de algumas delas neste artigo.

Nichos de mercado

Você não precisa ter tudo na sua loja de roupas.

Aliás, nem deve.

Uma causa frequentemente apontada entre aquelas pelas quais os negócios online quebram é a falta de “especialização”.

Não adianta querer vender qualquer coisa para qualquer pessoa.

É melhor escolher um nicho e focar nele.

Isso pode representar uma grande oportunidade para quem está começando, porque facilita a conquista de espaço, especialmente na concorrência direta com os “grandes players” do mercado, as gigantes do ramo.

Não seria uma boa ideia concorrer em variedade com o site das Americanas ou da Dafiti, por exemplo.

Mas seria muito viável, com as escolhas certas e bastante trabalho, tornar-se referência para um determinado público em um determinado tipo de produto.

No caso das roupas, a especificação pode ser no gênero: esportiva, infantil, feminina, moda plus size, acessórios, calçados, chapéus, etc…

Ou então é possível focar em um assunto: fantasias de super heróis, acessórios de filmes e séries, bonés de time de futebol…

Além disso, o nicho pode ser uma grande oportunidade para aliar esse trabalho a alguma paixão ou hobby que você já tenha.

Se você é doido por quadrinhos ou música, poderá usar todo o conhecimento prévio sobre esse assunto na hora de criar sua loja online de roupas focada nesse ramo.

Além de ter uma boa ideia do mercado, você terá mais facilidade de identificar o que poderá agradar ao público que quer conquistar. 

Enfim, as possibilidades são infinitas.

O importante é usar a criatividade,  — isso poderá ser um diferencial importante.

Desafios de vender roupas pela internet

Depois de conhecer as principais oportunidades da venda de roupas pela internet, é importante ficar atento a todos os obstáculos que você encontrará pelo caminho.

Confira:

Concorrência

Dê um Google no tipo de roupa que você quer vender pela internet.

Veja a quantidade de opções disponíveis e a infinidade de sites diferentes. 

Segundo pesquisa da Big Data Corp, uma ferramenta que monitora e coleta dados na internet, em parceria com o PayPal Brasil, o número de lojas online no país subiu 37,5% de 2018 para 2019.

Ou seja, o crescimento do mercado é expressivo, como já vimos, mas o ritmo do aumento na quantidade de competidores é maior ainda.

Na verdade, é mais que o dobro, já que a expectativa de expansão dos valores movimentados está na casa dos 15% por ano.

Portanto, a primeira coisa a se ter em mente ao começar um negócio como a venda de roupas pela internet é: como encontrar espaço e se destacar em meio a um oceano de ofertas?

Esse primeiro aspecto torna ainda mais crucial cada um dos próximos passos que veremos.

Quando falarmos sobre a importância da facilidade de uso do site ou da eficiência da logística, por exemplo, precisamos ter em mente que, se qualquer um dos estágios do processo der problema, provavelmente o consumidor não terá muitas dificuldades de achar o que procura em outro lugar.

Fundador da maior rede de varejo do mundo, o Walmart, Sam Walton cunhou uma frase que se tornou um mantra entre empreendedores:

Só existe um chefe: o cliente. E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente do conselho até o faxineiro, simplesmente levando o dinheiro dele para gastar em outro lugar”.

No caso das vendas online, então, essa verdade é ainda mais dramática.

Afinal, o “chefe” não precisa sequer sair da loja para “levar dinheiro” até outro estabelecimento.

Basta um clique ou uma nova aba no navegador.

Investimento em divulgação

Se por um lado tem a vantagem de não exigir gastos pesados como os de um ponto fixo, o comércio eletrônico demanda um investimento bem menor, porém significativo, em algo importante na internet: divulgação.

As estratégias, como veremos a seguir, são variadas.

Mas uma loja que está começando dificilmente poderá abrir mão de investir em impulsionamento em redes sociais, por exemplo, para que o seu produto chegue aos olhos do seu público-alvo.

Geralmente, com algumas vendas já é possível recuperar esse investimento.

Ao contrário da loja física, você é que tem que ir aonde o cliente está.

Portanto, mesmo que não tenha retorno logo de cara, é importante lembrar que alguma verba terá que ser destinada a fazer as pessoas descobrirem que sua loja está aberta.

O que nos leva ao próximo ponto.

Planejamento financeiro

Para vender roupas na internet, assim como qualquer outro empreendimento, é preciso organização financeira.

Mesmo nos primeiros passos de uma loja pequena. 

Metas, prazos, despesas, investimentos, tudo isso precisa estar bem claro desde o início.

Para ajudar quem está começando a empreender, o Sebrae (Serviço de Apoio às Pequenas e Micro Empresas) disponibiliza uma série de planilhas de gestão gratuitamente.

Credibilidade para gerar confiança

Mesmo com todos os números dando conta do crescimento do comércio eletrônico, aposto que você tem um tio/pai/avô que não compra nada na internet por medo ou desconfiança.

A reação mais fácil ao se deparar com esse tipo de comportamento poderia ser de desprezo pela falta de informação de quem se nega a comprar online.

Porém a atitude revela uma característica sobre a natureza humana que é crucial quando se fala em vendas: a dificuldade de confiar em quem não se conhece.

Se isso é verdade em uma loja física, onde você pode encontrar o balconista ou o gerente a qualquer momento para tirar dúvidas, imagine em um ambiente em que o consumidor está sozinho, diante de uma tela.

Então, mesmo as pessoas que já superaram a desconfiança e compraram em alguns sites, por que mesmo elas deveriam confiar no seu?

Para conquistar e principalmente fidelizar esse cliente, é necessário construir credibilidade.

Ou seja, não há espaço para erros.

É preciso tomar cuidado em todos os estágios do processo, caso contrário o consumidor não vai ficar.

Se o valor na fatura vier diferente do que dizia no site, se a cor escolhida de algum produto chegar errada, se o site ficar instável e cair frequentemente, enfim, se a experiência for desagradável por qualquer motivo, a venda não vai acontecer.

É indispensável ganhar (e manter) a confiança do cliente.

Segundo dados do Invesp citados pelo Sebrae, as quatro principais causas de “abandono do carrinho”, ou seja, quando o cliente escolhe seus produtos no site, mas desiste na hora de finalizar, são os seguintes:

  • Frete alto (citado por 44% dos consumidores)
  • Sem certeza de compra (41%)
  • Valor do produto alto (25%)
  • Salvar produto para ver depois (24%).

Necessidade de atualização 

Por fim, não vai adiantar nada o empreendedor aprender tudo sobre o seu nicho, sobre administração, logística, os detalhes dos processos de compra e marketing se não se mantiver em constante atualização.

Às vezes, a estratégia de divulgação escolhida no início deixa de ser a mais adequada ao longo do caminho.

É um mercado muito volátil, cujas tendências se alteram rapidamente.

Como vender roupas pela internet: passo a passo

Dito tudo isso, pesados os prós e os contras, a essa altura você já decidiu se vai entrar de cabeça no mundo do comércio online e começar a vender roupas pela internet.

Antes de colocar o seu time em campo, há alguns processos a se observar que podem ser decisivos no sucesso da empreitada.

Acompanhe:

1. Escolha o seu produto e nicho

Criar uma loja online é relativamente fácil e rápido, mas aqui tem uma decisão para a qual você deveria dedicar um tempo.

Já falamos sobre a importância dos nichos no comércio eletrônico.

Então, a primeira coisa que você precisa decidir é qual tipo de roupa vai vender.

Não tenha pressa.

Pesquise a infinidade de oportunidades de mercado que estão por aí.

Pense em assuntos de sua preferência e descubra se algum deles pode ser viável, mas não fique só neles.

Como já vimos, o setor de moda e acessórios representa 14,5% dos pedidos em comércio eletrônico no Brasil.

Trata-se de uma fatia significativa do bolo, com espaço para segmentar dentro dela.

Bons produtos para vender é a chave para o sucesso da loja.

Eles precisam ter:

  • Apelo
  • Boa margem de lucro
  • Não ser um ramo dominado por algum gigante do e-commerce

Para descobrir se sua ideia reúne essas características, pesquise exaustivamente opções parecidas já existentes na internet, pergunte para amigos e parentes se eles comprariam determinado tipo de roupa pela internet, faça enquetes em redes sociais.

Liste ideias, compre algumas coisas em outros sites, observe a experiência que essas lojas virtuais proporcionam.

Nada impede que você mude de ramo mais tarde, mas seria um recomeço do zero em termos de divulgação e acesso ao público que você mirou inicialmente.

Ou seja, desperdício de tempo e recursos.

Então é muito melhor conferir bem a temperatura e a profundidade da água antes de mergulhar.

Que tal colocar essas dicas em prática na sua própria loja virtual?

Algumas dicas podem ser úteis para fazer a pesquisa.

Estudos já citados, como o Webshoppers, da Ebit/Nielsen, e o Perfil do E-commerce brasileiro, do PayPal, são boas fontes de informação sobre o mercado.

Para ir mais fundo e em algo mais específico nas pesquisas, o Google Trends mostra as palavras-chave em alta nas buscas, o que indica produtos com maior potencial de divulgação “orgânica” (não paga) e, consequentemente, mais vendas.

Ferramentas como o SpyFu e o SEMRush permitem espionar os dados de tráfego de sites concorrentes.

Portanto, avance para os próximos passos necessários para montar sua loja e colocar a placa de “aberto” somente depois de fazer todo esse dever de casa.

2. Monte um plano de negócios

O plano de negócios deve conter respostas para as principais dúvidas operacionais dos primeiros meses e anos da sua loja.

Não precisa ser nada muito complexo.

O seu plano de negócios pode consistir em uma lista de perguntas e um cronograma.

O Sebrae sugere uma extensa relação de fatores para se levar em consideração.

Seguem alguns de forma resumida:

  • Quais são as características do mercado para esses produtos?
  • Quem são os grandes e pequenos concorrentes?
  • Qual é o perfil do seu público-alvo?
  • Quais são os custos iniciais necessários para o negócio?
  • Quanto é o capital inicial disponível e por quanto tempo?
  • Como vai funcionar a operação logística (fornecimento, estoque, entregas)?
  • Quais serão as formas de pagamento?
  • Quais serão as estratégias de marketing usadas na divulgação?

Além disso, desenvolva um cronograma semanal, mensal e anual.

Esse calendário deverá conter algumas metas e prazos internos da empresa e outras datas importantes, como Natal, Dia dos Namorados, Black Friday.

Também leve em conta dias relevantes especificamente para o seu nicho.

Por exemplo, competições de futebol importantes como Copa do Mundo, Libertadores, Liga dos Campeões, caso você venda roupas esportivas.

Premiações como o Oscar e o Emmy, caso seus produtos sejam relacionados a cinema e televisão.

Ou até mesmo o 4 de maio, se o seu público-alvo for os fãs de Star Wars.

Essa data ficou conhecida como Star Wars Day, devido à forma de se dizer em inglês: May the 4th, lembrando a saudação “may the force be with you”, “que a força esteja com você”, principal bordão criado pela saga.

Enfim, coloque essas datas no calendário com ideias de ações a serem realizadas, assim como o acompanhamento de cada uma, e planeje-se.

3. Defina a logística: estoque e fornecedores

No plano de negócios que você precisa elaborar, as questões logísticas são primordiais

Os dois pontos mais importantes são o estoque e o fornecimento.

É crucial para o sucesso da loja que você tenha controle total do seu estoque. 

Isso se você vai manter um, porque é possível vender até mesmo sem estoque, o que dá ainda mais peso à escolha do fornecedor.

Duas das opções de distribuição mais utilizadas no comércio eletrônico, sem manter um estoque, são o dropshipping e o cross docking.

Dropshipping

Na modalidade dropshipping, o empreendedor é responsável por uma intermediação digital.

Ele recebe pedidos dos clientes em seu site e encaminha as ordens de compra ao fornecedor, que por sua vez envia o produto diretamente ao comprador em nome da loja.

Funciona assim:

Primeiro, o dono da loja virtual analisa a lista de produtos dos fornecedores, geralmente fábricas ou distribuidores. 

Por meio da plataforma de operação do site, é possível importar o oferecimento do produto para o ambiente da sua loja, editando descrição, tamanhos, cores e, é claro, mostrando muitas fotos dos produtos. 

O cliente visita a loja e realiza a compra.

Ele não precisa nem saber se a loja tem um estoque físico ou não, o acordo é entre a loja e o fornecedor, muitas vezes estabelecido em contrato.

Mediante aprovação do pagamento, o pedido é encaminhado ao fornecedor, que se responsabiliza desde a embalagem até a entrega.

Por motivo de transparência, é recomendável optar por fornecedores que trabalhem com entrega rastreável.

Assim, você manda o código de rastreamento e o cliente pode saber quando o produto foi enviado e acompanhar o trajeto pelo site dos Correios.

Além disso, em caso de algum problema, saberá que a culpa não foi sua.

Mesmo assim, a responsabilidade “moral” pelo produto continua sendo do lojista, que foi quem convenceu o cliente a comprar.

Por isso é importante manter canais de atendimento eficientes para resolver esse tipo de problema e evitar uma experiência desagradável.

Cross Docking

O cross docking possivelmente se encaixa melhor em lojas que já estão em um estágio mais adiantado de funcionamento.

O lojista terá que contar ao menos com um armazém ou centro de distribuição que vai funcionar como um hub de entrada e saída de produtos.

Funciona mais ou menos assim: quando o cliente compra em uma loja virtual, a mercadoria é enviada a um centro, onde um sistema organizado de distribuição é responsável por fazer o envio ao cliente.

Provavelmente será necessário investir em uma equipe para organizar o processo.

Com estoque

Se você vai manter estoque em um espaço físico, um bom gerenciamento da entrada e saída de produtos é crucial.

Não existe forma mais correta de fazer isso, o importante é não deixar acontecer a venda de um produto esgotado.

Para isso, é necessário um controle absoluto.

No caso das roupas, é preciso cadastrar os tamanhos e cores diferentes.

Dos problemas relatados por consumidores online em pesquisa da Ebit/Nielsen, 59,8% são relacionados à má gestão do estoque: envio de produto errado e atrasos na entrega.

Uma solução sugerida por especialistas e até mesmo pelo Sebrae é adotar sistemas de gerenciamento integrados (ERP) às plataformas de venda.

Plataformas como a Boxloja fornecem um controle automático para cada produto.

Sobre disponibilidade, a ferramenta indica ao cliente quantas unidades restam.

Para aqueles que estão esgotados, há uma fila de espera automática.

4. Site próprio, marketplace ou plataforma de e-commerce?

Essa é outra escolha importante: como e onde colocar a loja virtual no ar?

Site próprio

Esse modelo demanda a contratação de desenvolvedores e programadores, servidores, manutenção, certificados de segurança etc.

Enfim, trata-se da opção mais custosa e provavelmente menos indicada para quem está começando.

Marketplace

Os shoppings virtuais, ou marketplaces, são uma opção em alta atualmente.

Seria o método mais fácil de todos: basicamente colocar uma página debaixo do guarda-chuva de alguma gigante do varejo, como Ponto Frio, Casas Bahia, Shoptime.

Você larga sem custo inicial nenhum, porém, deixará parte do valor das vendas para a rede.

Plataforma de loja virtual

De certa forma, é um meio termo entre as opções anteriores.

Você tem um site próprio, não depende de ninguém nem tem descontos no lucro. 

Ao mesmo tempo, conta com ferramentas prontas de criação, edição, manutenção e gestão do seu comércio.

É a alternativa mais indicada para o tipo de negócio que estamos apresentando.

Vale a pena conhecer os recursos da Boxloja para ter uma ideia do que você tem a ganhar.

Já imaginou começar a vender em apenas 15 minutos? 

Essa é a realidade de quem opta pela nossa plataforma 🙂

5. Use um software de gestão financeira

Uma das grandes facilidades na comparação entre administrar uma loja física e uma virtual é a questão da gestão.

É possível acompanhar todo o processo e ter uma visão panorâmica da operação.

Para isso, o melhor é utilizar os relatórios gerados pela plataforma que você usar e combinar os dados com a ajuda de algum programa específico.

Para manter o controle da parte financeira, há uma infinidade de aplicativos de gestão financeira empresarial que podem ser testados de forma gratuita.

Há alguns que são totalmente gratuitos ou têm versões gratuitas, e que podem ser suficientes para pequenas ou médias empresas.

Aqui vão algumas sugestões: Bling, Sige Cloud, VHSYS e Conta Azul.

Pesquise esses e outros, encontre aquele que mais se aplica à sua realidade e mantenha os seus controles atualizados.

Como montar loja para vender roupas pela internet: passo a passo

Agora que já estamos preparados, é hora de colocar a mão na massa!

Confira alguns passos para montar a sua loja de roupas e começar a vender pela internet.

1. Escolha o nome e registre o domínio

Ao longo de todo o processo de criação de um negócio como esse, a criatividade é bem-vinda.

Na hora de escolher o nome, não é diferente.

É importante ter uma boa ideia de nome, algo que vá causar uma sensação agradável no cliente e quem sabe gravar a sua loja na memória dele.

Mas aqui a inspiração tem algumas limitações.

O nome da loja não deve ser muito extravagante ← deve ser curto, objetivo e contar com um domínio disponível.

Não adianta ter uma ideia espetacular para o nome e não poder utilizar na URL (endereço do site).

Para consultar um nome que não se choque com os 4 milhões de sites já registrados no Brasil, é só acessar o Registro.br

No caso da loja de roupas, ajuda se fizer referência ao tipo de roupa que você vai vender ou ao nicho que pretende alcançar.

Palavras como “shop” e “store” após o primeiro nome, além de deixarem claro que a sua marca se trata de uma loja, podem facilitar a encontrar um domínio.

Centenas de sites fazem hospedagem de domínio por preços acessíveis.

É interessante observar se a sua plataforma de criação e de lojas virtuais vinculam o seu domínio sem palavras.

A Boxloja, por exemplo, permite um domínio próprio e exclusivo para a sua loja.

2. Crie sua identidade visual

Esse é um daqueles passos que podem ser dados de forma gratuita, mas você pode considerar fazer algum investimento e contratar os serviços de um profissional para atingir o objetivo com maior qualidade.

De qualquer forma, alguns princípios precisam ser levados em consideração.

A identidade visual é a fachada do seu estabelecimento na internet e pode comunicar muita coisa, boa ou ruim.

Portanto, é aconselhável tomar certos cuidados:

  • Leve em conta quem é o seu público-alvo
  • Defina o conceito da loja
  • Escolha as cores e a tipografia de forma intencional
  • Evite exageros.

3. Coloque a loja no ar

Chegou a hora do jogo.

Hora de escolher a plataforma e colocar o time em campo.

Nessa hora, vale a pena conhecer soluções como a Boxloja, que facilita sua vida desde o primeiro minuto.

Com 15 dias gratuitos de testes, é possível configurar toda a loja em termos de aparência e navegação, aproveitando facilidades como:

  • Integração com Correios para entrega e com ferramentas de pagamento online como PagSeguro, que permite dezenas de formas de pagamento e parcelamento
  • Certificados de autenticidade, importantes para credibilidade
  • Controle de estoque, relatórios completos de vendas, ferramentas de marketing etc.

4. Invista em marketing 

Agora que a sua loja está aberta, é preciso contar para todo mundo e trazer o povo para dentro dela.

Ações de divulgação

Na própria plataforma da Boxloja, já estão integradas diversas possibilidades de ações como: promoções, cupons de desconto, programa de fidelidade, venda por afiliados, newsletter, e-mail marketing, banners e links para redes sociais, entre outros.

Nada disso tem custo adicional. 

Explore e use tudo que for do seu interesse.

Inbound Marketing

O inbound marketing é basicamente aquela divulgação que, em vez de se intrometer na rotina do consumidor, como as propagandas tradicionais, busca trazê-lo para dentro do seu site oferecendo um conteúdo relevante.

Esse conteúdo pode ser desenvolvido em diferentes mídias, como textos para blog, vídeos, webinars e outros.

Não precisa vender nada de forma direta.

Você entrega um conteúdo de interesse das pessoas (preferencialmente turbinado com técnicas de SEO, que melhoram o desempenho nos sites de busca), oferece a resolução de um problema, e gera tráfego no seu site.

De quebra, a divulgação do conteúdo atribui autoridade no assunto.

O seu material começa a aparecer organicamente nas primeiras posições das buscas relacionadas ao seu produto ou serviço.

Eventualmente, o texto ou vídeo pode terminar com um chamado à ação, que transforma o visitante desconhecido em um “lead” (pessoa propensa a se tornar cliente, disposta a fornecer os seus dados de contato em troca de mais conteúdo) e posteriormente em uma conversão (venda).

Redes Sociais

As redes sociais crescem mais rápido que a própria internet.

Especialmente no Brasil, onde mais da metade da população está no Facebook (130 milhões de perfis), não faria sentido vender na internet sem anunciar em redes sociais.

Ou seja, no seu plano de marketing, não esqueça de reservar alguma verba para mídia paga nesses canais.

Preparado para começar a vender roupas pela internet?

Se você chegou até aqui, é sinal de grande interesse em vender roupas pela internet.

Agora que já sabe como fazer, é hora de colocar tudo em prática.

Em resumo, estas são as ações que você precisa tomar:

  • Escolha um produto, um nicho de mercado e um público-alvo
  • Planeje toda a logística: fornecimento, estoque, entrega
  • Crie nome, marca e identidade visual
  • Use todos os recursos da Boxloja para colocar a loja virtual no ar
  • Divulgue com inteligência.

Agora, mãos à obra.Teste grátis a Boxloja e comece a vender roupas pela internet em 15 minutos.

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