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Saiba quais são os modelos de loja virtual

Abrir um negócio exige muito empenho e planejamento. Por isso, se você está pensando em empreender na internet, deve considerar todos os detalhes possíveis, inclusive os relacionados ao tipo de plataforma de e-commerce a ser adotada, pois há modelos de loja virtual indicados para diferentes atividades.

De antemão, saiba que encontrará pelo caminho três formatos, que podem ser resumidos em “gratuito”, pago e próprio. Sabe qual desses escolher? Veja neste post como adequar o tipo perfeito para atender às demandas de seu comércio online.

O que deve ser levado em conta?

Você precisa ter em mente que a plataforma de vendas deve ser útil para o seu tipo de negócio, ela precisa fornecer condições de gerenciamento. Lembre-se de que essa é a sua vitrine, ou seja, é a sua frente de loja. É por meio dela que o cliente terá acesso aos seus produtos ou serviços.

Em um ambiente como esse, o empreendedor precisa ter condições de trabalhar. Dessa maneira, não podem faltar as melhores opções de interação, gestão e segurança.

Para se ter uma ideia, muita gente ainda deixa de comprar pela internet porque simplesmente não confia nas lojas virtuais. Mas com uma plataforma bem planejada, essa sensação de insegurança pode ser minimizada ou até descartada.

O formato deve apresentar, por exemplo, quesitos relacionados à proteção dos dados do cliente, bem como adequação à segurança no envio de informações. Não pode faltar uma área de processamento de vendas, informando as formas de pagamento, cálculo do frete, entre outros. Além disso, é preciso que haja facilidade no cadastramento e inclusão de novos produtos.

Não é pedir demais que a plataforma forneça uma gestão administrativa de estoque e preços, pois isso torna a rotina mais organizada. E por se tratar do meio virtual, o lojista precisa considerar as ferramentas de interação, a fim de garantir uma configuração de marketing e logística eficiente.

Quais os modelos de loja virtual?

Em se tratando de e-commerce, alguns formatos de loja virtual são utilizados. Para se ter uma ideia, você encontra referências como Open source, loja alugada, loja própria, por exemplo. Mas dependendo da estrutura de seu negócio, pode inclusive criar a sua própria plataforma de loja virtual.

Quer entender um pouco mais? Então vejamos os principais modelos de loja virtual existentes:

1. Open source

Na tradução para o português, open source quer dizer “código aberto”. Isso significa que o software fica disponível para quem desejar e é possível baixá-lo gratuitamente.

Geralmente, utiliza-se um combinado de linguagens de programação como Java script e PHP, por exemplo. No primeiro momento, essa é uma das opções que parece mais conta, mas no fim pode sair bem caro.

A Magento está entre as plataformas mais conhecidas quando se trata de open source, mas há diversas dessas espalhadas mundo afora. Entretanto, elas estão longe da realidade praticada pelo comércio eletrônico no Brasil.

Qual é a vantagem disso? Você consegue personalizar a sua loja. Além disso, há uma comunidade de profissionais envolvida no desenvolvimento desses códigos, apenas.

Se por um lado o software é fornecido gratuitamente, por outro, essa customização não sai barata. Se você não conhece nada sobre programação, certamente, vai precisar de alguém que domine o assunto. E esse profissional será o responsável por configurar e instalar a sua plataforma. Ou seja, mais dinheiro saindo do seu bolso.

Que tal colocar essas dicas em prática na sua própria loja virtual?

Ao criar sua loja, você declara aceitar nossos termos de uso e políticas de privacidade.

O gasto com o servidor em datas sazonais também deve ser levando em conta, porque se você não quiser perder vendas, terá que investir mais. Ou seja, essa ideia de algo gratuito se perde quando essas e outras implementações passam a ser executadas.

2. Marketplace

Colocar os seus produtos para vender dentro de um portal  pode ser interessante no primeiro momento, porque a visibilidade é significativa e há uma estrutura considerável por trás dessa plataforma, conhecida por marketplace.

Mas como nem tudo são flores, é importante dizer a sua mercadoria ficará exposta com a de outros lojistas, inclusive, com as dos concorrentes. Se você não fizer um bom trabalho de marketing ou pagar taxas para obter upgrade, a competitividade que existe nesse ambiente pode ofuscar os seus itens.

Além disso, você paga um percentual que varia de 10% a 20% por cada venda realizada, dependendo da plataforma. Ou seja, aquela ideia do gratuito cai por terra quando esses detalhes começam a surgir.

A forma de pagamento também, às vezes, é limitada. No site da Elo 7, por exemplo, não é possível receber por meio de depósito em conta. Ou seja, isso pode acabar atrapalhando na conversão.

3. Loja virtual alugada

De todas as opções, o modelo de loja alugada é o que melhor atende o empreendedor de pequeno e médio porte. O investimento em uma loja virtual alugada é infinitamente menor quando comparado com a locação de uma loja física. E essa é apenas uma das vantagens.

No mercado, o empreendedor encontra diversas plataformas que oferecem serviços como esse. O legal é que muitas delas já oferecem um design responsivo, com informações necessárias e essenciais. A estrutura é preparada para ajudar na conversão de vendas, bem como em outros dados ligados à mensuração.

As empresas de hospedagem, na verdade, são as responsáveis pelas questões técnicas e isso já tira um peso dos ombros daqueles que pouco dominam nesse ambiente de vendas online. Daí, sobra tempo para pensar em outras coisas, como o atendimento aos clientes, canais de comunicação, investimento em publicidade.

Independentemente dos modelos de loja virtual, você não pode se esquecer do custo que isso vai gerar todos os meses, pois é preciso cuidar da atualização, seja do servidor, da plataforma, além da manutenção, que é indispensável.

Entre esses modelos de loja virtual, sem dúvidas alugar uma loja pode ser a melhor opção para quem está começando um negócio e deseja um equilíbrio entre boas ferramentas de customização e facilidade de lidar com o ambiente, com baixo custo e, consequentemente, menores riscos.

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